das tuas mãos nasciam sonhos,
que se misturavam com os meus...
Próximas e distantes,
minhas e tuas,
alternavam entre o tudo e o nada,
ora tinham a expressão do amor,
ora o desalento frio do jogo...
Lembro-me do toque tímido,
da memória sem trégua,
da insensatez sensata,
nas mãos desaguava um rio sem margens,
onde te escondias até naufragares...